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OPINIÃO – O JUÍZO FINAL


Por: Eraldo Maciel


“Vamos fazer o diabo para ganhar as eleições”.

A frase, célebre em 2014, quando Dilma Roussef candidatou-se à reeleição, era apenas o prenúncio do que estamos vendo hoje: o PT está “fazendo o diabo” nesta eleição. Nunca, jamais!, se viu neste país tanta baderna, tanta mentira e total desprezo às leis praticados por um partido político e seus seguidores. E também nunca se viu tanta omissão da Justiça Eleitoral, nem tamanha conivência da grande mídia.

Os ataques ao bom senso se tornaram tão comuns no petismo que parecem já não chocar as pessoas: crucifixos utilizados como órgão sexual, a nudez acompanhada de urina e fezes; cusparadas, palavrões e xingamentos... Nada se compara ao momento atual, quando o estertor político dessa gente está exposto e a “morte” de suas práticas já está anunciada. É incrível como a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República, carregada e sustentada pelo povo brasileiro, expôs as vísceras de um sistema apodrecido pela corrupção e pelo doutrinamento ideológico.
Aos desavisados, causa espanto a irmandade siamesa entre o PT, o PSDB, o MDB, o PDT. Há outros partidos periféricos destes, como o DEM é do PSDB, e o PSOL, PCdoB e mais de uma dezena de outros o são do PT. São a mesma carne de um só corpo. Gente que, há décadas e décadas exploram e assaltam este país – que era para ter o seu povo entre os mais ricos do mundo. Não somos. Nos roubaram; vilipendiaram a nossa Nação.
Faltando quatro dias para o 2º Turno da Eleição, certamente a mais histórica do país, há milhões de futuros “desabrigados” dos tetos e das tetas do estado. São eles que estão nas redes sociais, WhatsApp e Facebook principalmente, atirando desesperadamente contra a decisão do povo de apoiar Bolsonaro. Tornaram-se ‘religiosos’, democratas, abandonaram o vermelho, anunciam preço do gás de cozinha como se fossem donos das empresas, aumento do salário mínimo como se isso não dependesse do Congresso, gritam “fascismo” e “nazismo” como se o país tivesse sido invadido pelos exércitos de Mussolini e Hitler ao mesmo tempo.

Eles, os mamadores, estão em todos os lugares: nas ruas, em muitas empresas, em praticamente todas as câmaras municipais e estaduais, prefeituras e governos. Muitos estão travestidos como assessores, secretários, vereadores, prefeitos, deputados, governadores, ministros e presidente da república. Há juízes e desembargadores, jornalistas e advogados, ONGs e “movimentos sociais”, alunos e professores, empresários e sindicalistas... São milhões, que de tanto usurparem os lugares dos sérios e honestos, fizeram estes silenciarem suas vozes – sufocadas nos “protestos”, na doutrinação em escolas e universidades, em quase todo e qualquer órgão público, até mesmo no STF!

Para muitos dessa turba chegou a hora do Juízo Final. Milhares já sentem o cheiro mofo das celas onde podem ir morar nos próximos anos, após condenados pela roubalheira que praticaram. É por isso que ministros do ‘supremo tribunal federal’ (assim, em minúsculas, de tanto terem se apequenado) se arrepiaram feito gatos molhados diante do Pitbull ao ouvirem um simples deputado federal falar uma asneira já tantas e tantas vezes dita por muitos ladrões da Pátria. Não houve honra ferida, nem preocupação com o “funcionamento das instituições”. O que houve, e está havendo, é a reação dos bandidos à chegada da polícia. Eles tentarão convencer a população de que o perigo é a polícia – e que eles, os larápios, é que são os mocinhos.

Tanto “fizeram o diabo” que esta eleição já se tornou um inferno de mentiras e baixarias.

Eraldo Maciel é jornalista e radialista


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