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Bolsonaro: caso de ex-assessor com R$ 1,2 mi sob suspeita ‘dói no coração’

13/12/2018

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) voltou a comentar nesta quarta-feira, 12, o caso de Fabrício José Carlos de Queiroz, ex-assessor de seu filho Flávio Bolsonaro que teve 1,2 milhão de reais em transações financeiras apontadas como suspeitas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). 

No fim de uma transmissão ao vivo em seu perfil no Facebook, Bolsonaro declarou que o “problema” “dói no coração”, mas que cabe a Queiroz dar explicações à Justiça, a partir da próxima semana. “Se algo estiver errado, que seja comigo, com meu filho ou com Queiroz, que paguemos a conta deste erro, que não podemos comungar com erro de ninguém”, declarou o presidente eleito. “Dói no coração da gente? Dói, porque o que nós temos de mais firme é o combate à corrupção”, acrescentou, destacando que o próprio Coaf migrará do Ministério da Fazenda para o da Justiça e Segurança Pública, comandado por Sergio Moro, em seu governo. 

 Jair Bolsonaro ressaltou, contudo, que ele, Flávio e Queiroz não são investigados na Operação Furna da Onça, em cujo âmbito o relatório do Coaf foi produzido. “O que a gente mais quer é que seja esclarecido o mais rápido possível, sejam apuradas as responsabilidades, se é minha, do meu filho se é do Queiroz, ou de ninguém, porque, afinal de contas, o Queiroz não estava sendo investigado, foi um vazamento que houve ali. Não sou contra vazamento, não, tem que vazar tudo mesmo, nem devia ter nada reservado, botar tudo pra fora e chegar à conclusão”, disse ele.

Fonte: Veja

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