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Posse de Jair Bolsonaro terá um dos maiores esquemas de segurança da história; PF investiga suporta ameaça terrorista

28/12/2018

A expectativa do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), órgão ligado à defesa da Presidência, é de que até 500 mil pessoas participem do evento que ocorre na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
Devido ao atentado a faca sofrido por Bolsonaro em setembro, durante a campanha, o esquema de segurança da cerimônia será reforçado. Ainda não foi definido se o presidente eleito desfilará a bordo do Rolls-Royce conversível, tradicional veículo usado durante cerimônias pelos presidentes desde a década de 1950.

A Esplanada será bloqueada desde o início da madrugada de 31 de dezembro e será reaberta apenas na manhã de 2 de janeiro. Será proibida a entrada de pessoas com bebidas alcoólicas, garrafas, fogos de artifício, apontadores de laser, animais, bolsas, mochilas, máscaras, produtos inflamáveis, armas de fogo, objetos cortantes, drones e até carrinhos de bebê. Haverá revista manual e detector de metais para entrar na cerimônia.

Cerca de 60 delegações estrangeiras são esperadas na posse. Uma delas é a dos Estados Unidos, chefiada pelo secretário de Estado Mike Pompeo. Apesar da aproximação com o país, nem o presidente Donald Trump nem o vice-presidente, Mike Pence, participarão do evento.

Desde a campanha, Bolsonaro tem se alinhado a medidas tomadas pelos EUA, como a pretensão de mudar a embaixada brasileira em Israel para a cidade de Jerusalém, atualmente não considerada a capital oficial do país. A medida é polêmica e desagradou países árabes, importantes parceiros comerciais do Brasil.

‘Desconvites’

Enquanto Bolsonaro consolida laços com alguns países, três chefes de Estado foram proibidos de comparecer à posse: Venezuela, Cuba e Nicarágua. Criou-se polêmica em relação aos convites para os presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro, e de Cuba, Miguel Díaz-Canel.

Em 16 de dezembro, Bolsonaro publicou em sua conta no Twitter que “regimes que violam as liberdades de seus povos e atuam abertamente contra o futuro governo do Brasil por afinidade ideológica com o grupo derrotado nas eleições, não estarão na posse presidencial em 2019”.

O tuíte gerou a reação do chanceler venezuelano Jorge Arreaza, que publicou na mesma rede social fotos do convite da embaixada brasileira a Maduro, reforçando que o presidente venezuelano “jamais considerou assistir à posse de um governo como o de Bolsonaro”.

PF vai investigar suposta ameaça de ataque terrorista à posse de Bolsonaro

"Se a facada não foi suficiente para matar Bolsonaro, talvez ele venha a ter mais surpresas em algum outro momento, já que não somos os únicos a querer a sua cabeça"; "Dia 01 de Janeiro de 2019 haverá aqui em Brasília a posse presidencial, e estamos em Brasília e temos armas e mais explosivos estocados...", completa o texto.

A autoria da ameaça é atribuída a um grupo autointitulado "Maldição Ancestral", que reivindica ter colocado uma bomba encontrada na noite de Natal em uma igreja de Brazlândia, na região administrativa do Distrito Federal, e que foi desarmada pela Polícia Militar.

Num outro texto, o grupo se diz alinhado com duas facções criminosas, uma de São Paulo e outra do Rio de Janeiro.

Segundo o texto, as duas facções querem Bolsonaro morto e "podem recorrer a métodos terrotistas para isso". O site do grupo apresenta a segunda edição da revista eletrônica "Anhangá - Em Guerra Contra a Civilização e o Progresso Humano Desde o Sull". O editor diz que a publicação está "transbordando de valiosos conteúdos" sobre o "eco-extremismo". Seriam 47 textos "que servem para alimentar as ânsias dos individualistas extremistas e contribuir com a prática terrorística na guerra contra o progresso humano".

A Polícia Federal reconhece indícios de insanidade mental nas ameaças do grupo, mas entende que não pode minimizar qualquer tipo de plano de agressão, e garante que não fará qualquer mudança no protocolo de segurança para a posse de Jair Bolsonaro. O presidente eleito já contaria com o grau máximo de segurança oferecido a uma autoridade no Brasil.

Fontes: O Globo / Brasil247

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