Menu Mobile 1

Menu Horizontal Fixo

Menu Horizontal Relativo

Bolsonaro promete liderar ofensiva internacional para derrubar o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro

18/01/2019

O presidente Jair Bolsonaro fará ofensiva no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na próxima semana, para legitimar um governo de transição na Venezuela.
A estratégia do Brasil de liderar abertamente o movimento internacional pela queda do presidente Nicolás Maduro foi discutida na última quinta-feira por Bolsonaro e pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, em reuniões ao longo do dia, no Palácio do Planalto e no Itamaraty, com opositores venezuelanos e representantes da Organização dos Estados Americanos (OEA).

Bolsonaro, porém, rechaçou pedidos de sanções econômicas, intervenção militar e instalação de um governo paralelo no território nacional.

Em nota, o Itamaraty indicou que deve apoiar um governo interino do opositor Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela. “A reunião teve por objetivo analisar a situação da Venezuela decorrente da ilegitimidade do exercício da presidência por Nicolás Maduro e da manifestação do presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, de sua disposição para assumir a presidência da Venezuela interinamente, seguindo a Constituição venezuelana”, ressaltou o comunicado.

Bolsonaro aproveitou para atacar os antecessores. “Tudo nós faremos para que a democracia seja restabelecida, que vocês possam viver em liberdade”, afirmou, em vídeo divulgado pela Secretaria de Comunicação. “Nós nos sentimos de uma maneira bastante constrangida”, ressaltou. “Sabemos como esse desgoverno chegou ao poder, inclusive com a ajuda de presidentes que o Brasil já teve, como Lula e Dilma, e isso nos torna responsáveis pela situação que vocês em parte.”

Auxiliares de Bolsonaro relataram que o presidente fez questão de ressaltar que a “força” que tem dado ao movimento contra Maduro é de caráter humanitário. “Nosso objetivo é dar apoio político porque estamos preocupados com a população venezuelana”, disse o presidente, segundo assessores. “Estamos juntos nessa causa de vocês.”

“Pedimos que Bolsonaro pressione e castigue o ditador”, disse o deputado Julio Borges. “Queremos um capítulo final para a máfia e o crime organizado de Maduro”, completou.

Tanto Borges quanto o ex-prefeito de Caracas, Antonio Ledezma fizeram contorcionismo para responder se Bolsonaro estava disposto a adotar sanções econômicas. “Não são sanções contra a Venezuela, mas contra a camarilha que saqueia o país”.

Fonte: Estadão

Publicações recentes

Deixe um comentário

Reportagens recentes:
Líder Notícias - O seu canal de informação! © 2013 - 2019 | Desenvolvido por Junior Pacheco