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Decretada prisão preventiva de advogado que tentou matar policial e roubou sua arma; veja o vídeo

12/02/2019

Foto: SSP/BA

Por: Eraldo Maciel
O advogado Orlando Freire de Assis, 29 anos, de Feira de Santana, é considerado "foragido" pela Secretaria da Segurança Pública da Bahia. Sua prisão preventiva foi decretada pela Justiça, depois dele agredir com socos e pontapés o policial civil Sérgio Roberto Souza Oliveira, com quem havia se desentendido, na noite de domingo (10), tomar-lhe a arma e atirar contra um homem, identificado apenas como um caminhoneiro, que tentou evitar que as agressões continuassem. Por sorte, ele não foi alvejado.

O crime ocorreu no estacionamento de uma casa de shows em Feira de Santana e foi filmado por uma testemunha. Ocorria uma festa no local e o policial e o suspeito participavam da mesma, quando iniciaram a confusão. Um outro homem, no salão da festa, também teria sido agredido por Orlando, que foi expulso por seguranças. Também é possível ver nas imagens que o advogado parece agredir sua esposa. Assista:

Após disparar contra o caminhoneiro, Orlando teria também tentado atirar no policial, que continuava desmaiado. Ainda de acordo com a polícia, a arma falhou e, na sequência, o advogado deixou o local acompanhado da mulher. O policial civil foi levado a um hospital e seu estado de saúde inspirava sérios cuidados. 

O advogado, agora procurado pela polícia, já tinha antecedente criminal: em 2007 ele respondeu a processo por agressão. De acordo com a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em Feira de Santana, se condenado pelo crime contra o policial o advogado Orlando Assis poderá ter a sua carteira da Ordem cassada.

PRERROGATIVAS
Em outubro de 2018 um caso envolvendo o advogado Thiago de Oliveira Moreira, também professor da Uneb em Jacobina, acusado de ter cometido crimes sexuais, ameaças e lesões corporais, uma decisão surpreendeu vítimas e a sociedade: a Justiça acolheu pedido da própria OAB-BA e converteu a sua prisão preventiva em prisão domiciliar. Segundo explicou a entidade, "trata-se de uma prerrogativa do advogado" ficar preso somente em sala de Estado Maior no caso de prisão cautelar, somente podendo ser levado a cela comum em caso de sentença transitado em julgado. Em caso de inexistência de sala de Estado Maior, deverá ser concedida, por exemplo, a prisão domiciliar.

Não se ouviu mais falar sobre o assunto, até porque o processo segue em segredo de justiça e a OAB/Jacobina e a Uneb não mais se pronunciaram.

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