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Uma ducha no governo Bolsonaro

06/03/2019


Por: Eraldo Maciel
A eleição de Bolsonaro não estava nos planos de praticamente ninguém. Ao atirar nele, porém, o PT e seus satélites PCdoB e PSOL o tornaram visível. O objetivo era enfraquecer Geraldo Alckmin – que morreu de inanição eleitoral antes mesmo de deixar o ventre da convenção do PSDB – mas o tiro saiu pela culatra: Bolsonaro encarnou toda a ira que a maioria dos brasileiros passou a alimentar contra o socialismo e suas bandeiras. O excesso de apoio às estripulias do MST e às extravagâncias e obscenidades dos grupos LGBTS; o silêncio diante de verdadeiras agressões ao bom senso, a roubalheira desenfreada e descarada; tudo contribuiu para a falência do projeto petista de continuar no poder.

Foi por isso que Bolsonaro venceu. Eu disse que isso ocorreria, quando gays introduziram crucifixos em seus orifícios bostéticos alegando que aquilo era “liberdade religiosa e sexual”. Reafirmei quando Lula participou de um evento onde dois gays se pegaram e se lambuzaram em uma “performance” para o ex-presidente, enquanto este gargalhava. Eu disse que Jean Wyllys atrapalhava, bem como Vanessa Grazziotin, Lindbergh Farias e Gleisi Hoffmann... Alguns petistas riram de mim. Esses petistas nunca se escandalizaram com os ‘espetáculos’ descritos neste parágrafo.

Bolsonaro, agora presidente, às vezes parece um menino que sempre andou de bicicleta e de repente está sozinho na cabine de comando de um Airbus. Sua equipe tem ministros que demonstram claramente que não estão cientes do gigantismo dos seus papéis para o futuro do país. O vice, Mourão, é a “abelha-limão” do time: volta e meia azeda o mel. Os filhos, então... Se não forem controlados, será o governo que perderá o controle.

Apesar de tudo, não vejo em Bolsonaro a maldade que é explícita em outros “mitos” (ou postes) políticos. Ao contrário, creio que o presidente é isso mesmo: transparente ao ponto de errar. E o presidente de um país como o Brasil, com a oposição que existe aqui, precisa de mais malícia, mais traquejo na hora de ser cristalino.

O vídeo contendo cenas de golden shower (ducha dourada) republicado por Bolsonaro nada teria demais se fosse postado por qualquer celebridade esquerdista. Eles podem tudo, afinal. Mas o Presidente da República não deveria ter feito o que fez. Ele foi apenas Bolsonaro e se esqueceu que já é o chefe da Nação. Foi (mais um) ato impensado. Que as reações sirvam como uma ducha fria em seu governo. É preciso acordar.

E, aqui, registre-se: o PT não teve oposição em seus quase 14 anos de governo. Bolsonaro tem a maior oposição da história política brasileira. Ele está sozinho e tem de se aperceber disso. Não é à toa que a grande mídia e setores da esquerda atiram afagos rumo ao general Mourão, o vice-presidente.

A Economia pode estar indo bem. Não se viu o anunciado caos na Saúde, a Educação continua, algumas obras foram retomadas e outras anunciadas. No Congresso, importantes leis e reformas estão tramitando. Mas nada disso importa se o presidente continuar a cair nas armadilhas dos socialistas. Um ex-filiado ao PSOL tentou assassinar Bolsonaro a facadas? A esquerda ergueu a bandeira de um ex-deputado do PSOL que alegou estar ameaçado de morte para fugir do país...

Os esquerdistas usarão seus próprios atos para condenar Bolsonaro por divulgá-los.

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