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Jumentos usam sinalizadores para circular nas estradas do Rio Grande do norte desde 2015

01/07/2019

Nas estradas do Brasil, muitos acidentes acontecem quando um animal atravessa a pista. E as consequências podem ser bem graves. Como evitar? A gente mostrar uma boa ideia que é utilizada desde 2015, no Rio Grande do Norte.
De um lado da pista, um carro com o vidro quebrado. De outro, um jumento morto. Nas rodovias federais que cortam o Nordeste foram registrados, nos últimos anos, milhares de acidentes envolvendo animais na pista. “Nesse período de chuva, onde aparecem muitos pastos, ou muito pasto ao longo das rodovias, torna-se maior a presença desses animais”, explica o inspetor da PRF Roberto Cabral.
O problema é que à noite, com a visibilidade reduzida, fica praticamente impossível enxergar qualquer animal na pista.
O inventor Rodolfo Rummenigge foi buscar uma solução que evitasse novos acidentes e mortes. E a ideia surgiu exatamente quando estava dirigindo. “Eu, vendo os garis, quando eu vinha com o farol, eu vinha com meu carro e eu observei que refletia. Aí eu disse: ‘Oxe, se a gente pode colocar numa farda, por que não pode colocar num animal?’”, conta ele.
A ideia foi costurada com a ajuda da sogra de Rodolfo. “Ele trouxe a ideia do colar e nós vamos testar, pra ver se dá certo”, diz a costureira Dina Nunes Mendonça.
Foi então que partiram para o teste nos próprios animais, que receberam as faixas nas patas e pescoço. Depois, passearam com eles pelo acostamento e atravessaram a rodovia. Pronto. Os motoristas reduziram a velocidade.
“Deu pra enxergar um pouco, porque eu vi uma plaquinha iluminada no animal. Aí, deu pra parar um pouco”, afirma o auxiliar técnico Cristiano Maicon, que diminuiu a velocidade.
Os donos dos animais também ficaram satisfeitos.

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