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Funcionários da Embasa decidem por paralisação de 48h a partir da próxima quarta-feira (07)

03/08/2019

Mais de 1.200 trabalhadores (as) participaram dos três dias de assembleias (29, 30 e 31) que resultaram na aprovação de nova paralisação de advertência de 48h começando na quarta-feira (07). 
Com o objetivo de desmobilizar a luta da classe trabalhadora, além de veicular na intranet da empresa, a direção da Embasa fez uma videoconferência com os gestores (as), que também são trabalhadores (as), para confirmar a proposta de fechamento de acordo coletivo de trabalho, que foi rejeitada pela categoria desde a última paralisação (23 de julho). No último dia das assembleias (31), pela manhã (11h50), o Sindicato foi notificado pelo Ministério Público de Trabalho (MPT), sobre um pedido de mediação feito pela 

Embasa, para hoje (2) às 14h. Certamente a empresa deve ter uma excelente proposta para a categoria, uma vez que chamou ontem (1) a comissão do Sindicato para reunião extraordinária de negociação e mais uma vez não apresentou nenhuma proposta diferente do que já é de conhecimento de todos (as): reajuste no salário base de 5,07% (INPC) e aplicação do mesmo percentual nos benefícios auxilio educação, auxilio material escolar, auxilio filho especial e auxilio funeral, congelando as demais cláusulas econômicas. A empresa vincula esta proposta à aprovação do modelo de coparticipação no Plano de Saúde neste ACT 2019/2020, com implementação a partir de janeiro/2020. 

Categoria mobilizada – é de se estranhar que a empresa esteja tão engajada em querer fechar o acordo coletivo sem nenhuma discussão a respeito da sinistralidade do plano de saúde, quando o mesmo teve contrato renovado por mais 2 anos e a comissão para estudo sobre a tal sinistralidade não foi sequer constituída ao longo dos últimos anos. Os (as) trabalhadores (as) estão indignados com a forma como a empresa vem negociando o ACT da categoria, e ainda mais com essa proposta absurda de comprometer o orçamento do trabalhador repassando os custos do Plano de Saúde, através do modelo de coparticipação proposto, que vem em muito deixando a desejar em rede credenciada, prazo para marcação de consulta e procedimentos, dentre outros. 

Sem falar dos problemas vividos pelos (as) companheiros (as) que estão no interior do estado, que precisam se deslocar para outros municípios distantes até para conseguir consultas e exames simples. Para o Coordenador Geral do Sindicato, Danillo Assunção, “a categoria precisa estar ainda mais unida, confiante e com muita paciência nesta Campanha Salarial. As investidas do Governo Federal na privatização da água tem sido um dos argumentos utilizados pela empresa para desmobilizar avanços importantes no ACT dos (as) trabalhadores (as). O Relatório de Administração 2018 reflete positivamente a saúde financeira da empresa, então é hora de continuar a luta”, conclui.

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