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PEDRO TAVARES QUER INSTITUIR SEMANA DE COMBATE AO CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO

19/08/2019

Uma Semana de Conscientização e Combate ao Câncer de Cabeça e Pescoço. É o que sugere o Projeto de Lei 23.450, de autoria do deputado Pedro Tavares (DEM), que prevê ações educativas cujos temas abordarão aspectos da prevenção e cuidados sobre os sintomas e sinais da doença, bem como as formas de tratamento. A semana deve ocorrer sempre nos primeiros dias de julho, mês que abriga o Dia Mundial de Conscientização e Combate ao Câncer de Cabeça e Pescoço.



De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Brasil registra, a cada ano, cerca de 40 mil novos casos desses tumores malignos. Os números correspondem a 4% de todos os tipos de câncer, sendo o terceiro mais incidente entre os homens brasileiros.



Infelizmente, lamenta o democrata, na maioria dos casos o diagnóstico é tardio, “o que dificulta o combate à doença e pode trazer sequelas ao paciente”. De acordo com a Associação de Câncer de Boca e Garganta do Brasil (ACBG),o diagnóstico precoce e o rápido início do tratamento são fundamentais para a cura.



Como informa a proposição, com o progresso da doença, alguns indícios podem aparecer, como manchas brancas na boca, dor local, lesões com sangramento ou cicatrização demorada, nódulos no pescoço, mudança na voz e rouquidão, e dificuldade para engolir.



É importante, destaca Pedro Tavares, a realização do autoexame, com o objetivo de identificar sinais como feridas na boca que não cicatrizam há mais de duas semanas ou inchaços no pescoço. Caso encontre algum desses sintomas, é importante procurar um médico.



O diagnóstico precoce e o imediato início do tratamento são fundamentais para a cura do câncer de cabeça e pescoço. Segundo levantamento do Inca, “o câncer de boca, laringe e demais sítios é hoje o segundo mais frequente entre os homens, atrás somente do câncer de próstata. Nas mulheres, prepondera o câncer da tireoide, sendo o quinto mais comum entre elas”.



Outro alvo também atinge fumantes e pessoas que fazem uso frequente de bebidas alcoólicas. Porém é cada vez mais frequente o diagnóstico da doença em indivíduos jovens (menores que 45 anos), sem a exposição a estes fatores, com tumores originados pelo HPV.

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