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Baiano Zé de Lessa, é morto pela polícia em Mato Grosso do Sul.

04/12/2019

Natural de Cafarnaum, ele era procurado também pela Polícia Federal.

 

Número 1 do Bonde do Maluco, Zé de Lessa já chegou a ser preso, mas foi solto e é procurado (Foto: Divulgação) 

Apontado pela Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) como o bandido mais procurado do estado, o baiano José Francisco Lumes, o Zé de Lessa, foi morto na manhã desta quarta-feira (4) pela polícia no estado do Mato Grosso do Sul. A informação foi confirmada pela SSP-BA - a pasta foi comunicada pelo Batalhão de Operações Policiais Especiais da PM do MS que Zé de Lessa havia sido morto em confronto. Fundador e líder da facção criminosa Bonde do Maluco (BDM), de maior atuação na Bahia, ele era o ás de ouros do Baralho do Crime da SSP, um arquivo que reúne os principais criminosos do estado. A SSP-BA destacou que Zé de Lessa tinha envolvimento com ataques a bancos, assaltos a carros-forte, sequestro e tráfico de drogas. Ele estava escondido no Paraguai. Em 2018, ele quase foi preso, segundo a SSP-BA, mas fugiu. "Estávamos há alguns anos trocando informações com a Polícia Federal e inclusive com a Polícia do Paraguai. Sabíamos que ele estava lá, trazendo droga para abastecer o BDM [Bonde do Maluco] aqui no nosso estado e que, por algumas oportunidades nós tivemos quase próximos de pegá-lo, mas graças a Deus a polícia do Mato Grosso do Sul nessa ação conseguiu tirar ele de circulação. Para nós é um alívio e agora é trabalhar em cima das informações que eles detém lá. Já pedimos para a inteligência [da SSP-BA] averiguar o que tinha com ele, quem estava andando com ele para ver se tem a informação de prática de outros crimes aqui no estado", afirmou o secretário da Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, via WhatsAp para o CORREIO. O secretário está na Áustria, onde participa de viagem institucional para compra de novos armamentos. Além de Zé de Lessa outros três homens foram mortos e um foi preso na operação da polícia sulmatogrossense, que aconteceu em uma chácara localizada entre as cidades de Aral Moreira e Coronel Sapucaia. Segundo a polícia do MS, todos são suspeitos de integrar a quadrilha que atacou um carro-forte da empresa Brink’s na fronteira com o Paraguai na segunda-feira (2).

Fonte: Correio da 

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