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Projeto de Tavares visa aumentar a segurança das piscinas coletivas

16/12/2019

 

As piscinas coletivas instaladas em lugares públicos ou privados como clubes, academias, condomínios, hotéis e chácaras deverão paralisar suas bombas de sucção durante o período em que estiverem abertas aos usuários. É o que determina projeto de lei do deputado Pedro Tavares (DEM), preocupado com os riscos que estes equipamentos representam para os frequentadores. O objetivo da proposição, portanto, é “preservar a integridade física das pessoas que frequentam piscinas coletivas”. Segundo a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), as piscinas são responsáveis por 1,6% de todos os casos de morte por afogamento no país, mas representam 53% dos acidentes com crianças entre um e nove anos. “É necessário estar atento ao entrar em piscinas públicas, certificar-se que a bomba esteja desligada”, adverte o democrata. Conforme alerta ele na proposição, em piscinas residenciais de pouca frequência, o cuidado deve ser maior ainda, visto que a pessoa pode se banhar sozinha, aumentando o risco de morte em caso de afogamento por sucção. “Um grande problema que causa esse tipo de morte, principalmente em piscinas antigas, é a sucção dos ralos e coadeiras”, adverte o democrata. De acordo com a Sobrasa, no Brasil existem aproximadamente dois milhões de piscinas. A maioria delas foi construída da forma antiga e possui apenas um ralo de fundo - fato que constitui perigo de acidentes. O projeto chama atenção para outro aspecto relevante a ser observado : a grade do ralo de fundo. Caso esteja sem grade, quebrada ou mal fixada, a piscina deve ser interditada. “Sem a grade de proteção o risco de afogamento fica muito perigoso”, ressalta Tavares, adiantando que “a água da piscina não pode estar turva porque impossibilita a visão do ralo de fundo e algum corpo pode ficar preso”. Ele dá “uma dica importante” que é não sentar, nem se escorar no ralo, porque não apenas o cabelo, mas o corpo pode ser sugado da mesma forma. E, mesmo que a pessoa esteja com a cabeça fora d'água, a sucção do corpo pode causar hematomas e coágulos graves. Segundo informações de técnicos da Sobrasa elencadas na justificativa da proposta, se o ralo for substituído por um “antiaprisionamento” será mais seguro para a natação de crianças, porque possuem tecnologia que impede a sucção dos cabelos de banhistas, bem como de partes do corpo, eliminando o risco de aprisionamento e afogamento. 



 ALBA





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