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Parte de propina paga nas obras da sede da Petrobras teria sido direcionada a campanha de Wagner

15/01/2020

Os delatores da Mendes Pinto Engenharia, empresa mineira que foi responsável pela administração da Torre Pituba, onde funcionava a sede da Petrobras na Bahia, afirmam que 1/3 da propina paga diretamente ao PT foi direcionado para a campanha de reeleição do então governador Jaques Wagner em 2010. Segundo os delatores, a obra teve um custo total de R$ 1,3 bilhão. Foram pagos pela Odebrecht e OAS propina no valor de R$ 68 milhões. Desse total, R$ 10 milhões foram pagos diretamente ao PT e os valores foram operados pelo ex-tesoureiro do partido João Vaccari Neto, que teria feito a seguinte divisão: 1/3 para o PT Nacional, 1/3 para dirigentes da Petros e da Petrobras ligados ao esquema e 1/3 para a campanha de reeleição de Wagner, cujo operador seria o empresário Carlos Daltro. Daltro já foi investigado pela Operação Cartão Vermelho, suspeito de receber propina oriunda de desvios para a construção da Arena Fonte Nova. Aluguel atípico A Torre Pituba era de propriedade da Petros, o fundo de pensões da Petrobras. Para manter o negócio, a Petrobras fechou um contrato de aluguel que teria duração de 30 anos. Nesse processo, a Mendes Pinto Engenharia foi escolhida para administrar o prédio. Ainda segundo os delatores, foi Armando Tripodi, chefe de gabinete do então presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, que conseguiu direcionar a contratação da empresa mineira, aprovando também o processo de contrato de locação atípico. Para isso, ele teria recebido mensalmente R$ 100 mil, quase sempre entregues em espécie na sede da Petrobras. O PT Nacional recebeu cerca de R$ 2 milhões do dinheiro desviado do prédio, pagos em forma de mesada, que abasteceu a campanha de Dilma Rousseff em 2010.




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