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Deputado Capitão Alden (PSL) é acusado de invadir hospital em Lauro de Freitas

17/06/2020



Segundo a Sesab, parlamentar chegou ao local com seguranças e ameaçou profissionais de saúde

O deputado estadual Capitão Alden (PSL) é acusado de invadir, na manhã desta quarta-feira (17), as dependências do Hospital Riverside, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Segundo a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), o deputado estava acompanhado de seguranças quando adentrou a unidade, que é dedicada ao tratamento de pacientes com diagnóstico de coronavírus (covid-19). A unidade é uma área de isolamento respiratório e de contato, onde é proibido visitas e acompanhantes.

Segundo a pasta, um dos seguranças do parlamentar posicionou-se na porta de um dos quartos, tendo acesso a uma paciente com as partes íntimas expostas devido ao banho no leito.

"É lamentável que o deputado e os seus seguranças coloquem em risco a própria saúde, sob risco de serem infectados com a covid-19, bem como a de pacientes e profissionais", completa a nota da Sesab.

Segundo a Sesab, um boletim de ocorrência foi registrado para a apuração do crime cometido. O CORREIO procurou a Polícia Militar, mas não obteve resposta sobre o ocorrido.

Em nota, o deputado informou que tem cumprido suas funções de fiscalizar os atos do Poder Executivo Estadual e que exercia suas funções. “Não irei fechar os olhos para irregularidades e tão pouco utilização do momento de pandemia para gastos exorbitantes com supostas desculpas que são para as unidades de saúde”, pontua Alden. Veja a nota na íntegra:

"O deputado estadual Capitão Alden mantém seu posicionamento firme quanto às suas atribuições enquanto representante do Poder Legislativo Estadual. O parlamentar é o único entre os 63 deputados estaduais na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) que tem cumprido todas as funções do cargo, especialmente, a fiscalização dos atos do Poder Executivo Estadual. Graças às investigações feitas por Alden diversos processos de aquisições e pagamentos duvidosos foram denunciados, a exemplo do contrato de 2.8 milhões de reais, a denúncia feita ao Ministério Público (MP) e Tribunal de Contas do Estado (TCE), o que resultou na anulação do referido contrato", diz a nota.

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