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JACÓ DESTACA CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DO PROFESSOR FLORESTAN FERNANDES

20/07/2020

 

O deputado Jacó Lula da Silva (PT) protocolou, na Assembleia Legislativa, uma moção de aplausos pela passagem do centenário de nascimento do professor e sociólogo Florestan Fernandes. Nascido em 22 de julho de 1920, na cidade de São Paulo, o acadêmico faleceu em 10 de agosto de 1995, aos 75 anos.


Bacharel pela Universidade de São Paulo (USP), onde também cursou seu mestrado em Antropologia, Fernandes iniciou sua a atuação política filiando-se ao Partido Socialista Revolucionário (PSR), extinto partido de esquerda brasileiro.


O parlamentar lembra que Florestan Fernandes se tornou professor titular na USP e se destacou como um brilhante acadêmico. “Em 1964, Fernandes defendeu sua tese de livre docência, que mais tarde se tornaria o célebre livro ‘A inserção do negro na sociedade de classes’”, registrou.


Jacó também frisou que, por causa da atuação política em um partido de esquerda em defesa dos desfavorecidos e da atuação docente, Florestan Fernandes foi preso em 1964, quando estourou o golpe militar. “Em 1969, poucos meses após a promulgação do Ato Institucional número 5 (AI-5), Fernandes foi preso novamente, destituído de seu cargo na USP e mandado para o exílio, retornando somente em 1972”, assinala.


No período de exílio, narra Jacó em sua moção, o sociólogo viveu e lecionou nos Estados Unidos e no Canadá, o que alavancou a sua carreira também fora do Brasil. “Em 1977, ele lecionou como professor convidado na tradicional Universidade de Yale. Também nesse ano, regressando novamente ao Brasil, Fernandes tornou-se professor titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)”, disse.


O legislador baiano destaca ainda a filiação do sociólogo, na década de 1980, ao recém-nascido Partido dos Trabalhadores (PT). Em 1986, foi eleito deputado federal constituinte e reeleito em 1990, permanecendo na Câmara dos Deputados até o fim de seu segundo mandato, em 1994.


“Seus mandatos na Câmara dos Deputados ficaram marcados pelo trabalho em prol da educação pública, gratuita e de qualidade, e pela defesa do direito das populações marginalizadas e da redução das desigualdades sociais”, recorda Jacó.

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