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Universidade aponta que o planeta já ultrapassou a marca de um milhão de mortos por causa da covid-19

30/09/2020







O mundo ultrapassou nesta segunda-feira (28) a marca de 1 milhão de mortes provocadas pelo novo coronavírus, segundo a Universidade Johns Hopkins. Os Estados Unidos e o Brasil são os países com os maiores números de óbitos. Além da marca, a velocidade da pandemia também chama atenção: enquanto o mundo levou seis meses para registrar as primeiras 500 mil mortes, foram necessários somente três meses para registrar as outras 500 mil. As últimas 100 mil mortes foram registradas em 12 dias.

Os cinco países com mais mortes são Estados Unidos, Brasil, Índia, México e Reino Unido (veja gráfico). Os números brasileiros são do consórcio de veículos de imprensa, que apontavam mais de 142 mil mortes no país pela covid-19 até as 20h desta segunda. Os dados mundiais são do monitoramento da Hopkins, com atualização até a noite (22h, no horário de Brasília) de segunda-feira.FONTE: Universidade Johns Hopkins, Consórcio de veículos de imprensa (Brasil)


Pelos números da Johns Hopkins às 22h desta segunda, as mortes por coronavírus no Brasil e EUA, somadas, representavam cerca de 34% do total de vítimas da Covid-19. Para efeito de comparação, juntas, as populações dos dois países representam apenas 7% de toda a população mundial.

No último dia 17, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para a aceleração da pandemia na Europa em setembro, impulsionada por altas nas transmissões diárias, principalmente na França e Espanha. O Reino Unido, que também aparece com os vizinhos europeus na lista dos dez países com mais mortes no mundo, vive uma onda de novos contágios: houve dois dias de recordes diários na última semana.

Evolução da pandemia
O mundo atingiu 100 mil mortes pela Covid-19 em 10 de abril, pouco mais de três meses depois do primeiro caso confirmado do novo coronavírus. Em apenas 15 dias, o número de vítimas da doença dobrou e chegou a 200 mil.

Veja as datas em que o mundo alcançou cada uma das 100 mil mortes até chegar ao 1 milhão de óbitos, segundo a Johns Hopkins:
10 de abril: 100 mil mortes
25 de abril: 200 mil mortes
14 de maio: 300 mil mortes
7 de junho: 400 mil mortes
28 de junho: 500 mil mortes
19 de julho: 600 mil mortes
5 de agosto: 700 mil mortes
22 de agosto: 800 mil mortes
9 de setembro: 900 mil mortes
28 de setembro: mais de 1 milhão de mortes




Fonte Jornal da Chapada


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