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Auxílio emergencial: “Responsabilidade fiscal não pode se sobrepor à vida”

03/03/2021

Jaques Wagner disse, em uma postagem nas redes sociais, que a “responsabilidade fiscal” não pode se sobrepor à vida.

 Por Rodrigo Daniel Silva
 Ao defender a volta do auxílio emergencial, o senador e ex-governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), disse, em uma postagem nas redes sociais, que a “responsabilidade fiscal” não pode se sobrepor à vida. Na semana passada, em entrevista à CNN Brasil, o ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos), afirmou que é preciso garantir o benefício sem perder o “foco na responsabilidade fiscal, na segurança jurídica, nos sinais que se dão para a economia”.

 "Não há responsabilidade fiscal que se sobreponha à vida, à emergência da pandemia e à fome de milhões de famílias. É assim no mundo todo e tem que ser aqui também", disse Wagner. “Insisto e defendo que a retomada do auxílio emergencial é uma tarefa urgente e prioritária. O governo federal cometeu um grave erro ao suspender este benefício que seria fundamental para minimizar danos neste contexto marcado pelo agravamento da pandemia, com o aumento de casos e mortes, além dos mais de 14 milhões de brasileiros e brasileiras sem emprego hoje no Brasil. O retorno do auxílio é indispensável na luta que estamos travando para salvar vidas e garantir a sobrevivência de milhões de famílias brasileiras neste momento”, acrescentou.

 Nesta semana, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), disse que o valor do novo auxílio emergencial deverá ser de R$ 250 mensais e será pago em quatro meses. Wagner ainda tem defendido as medidas restritivas adotadas pelo governador da Bahia, Rui Costa (PT). “Enquanto não houver vacinas suficientes para uma imunização mais rápida, restringir atividades é essencial para proteger a todos nós. Com certeza é um sacrifício, mas nada é pior do que perdermos mais vidas. “Diante do avanço da Covid-19 na Bahia, medidas de restrição mais duras (foram) adotadas neste fim de semana. Apesar dos esforços, a situação é crítica, com o colapso nos sistemas de saúde público e privado. O governador acerta com essa atitude rígida, porém necessária”, afirmou. 
Fonte:Tribuna

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