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Em Jussiape, ACM Neto diz que dará atenção absoluta à situação das barragens

07/03/2022

Pré-candidato ao governo disse ainda, em entrevista coletiva, que a definição da chapa deve acontecer até o final de março

O pré-candidato a governador ACM Neto (União Brasil) disse nesta sexta-feira (4), em Jussiape, no Centro Sul da Bahia, que dará atenção ao absoluta à situação das barragens do estado, caso seja eleito. Segundo ele, nos 16 anos de governos do PT, foram "pouquíssimas intervenções em relação à segurança hídrica, para garantir água para produção".

"Então, eu saio daqui com essa preocupação e me comprometo que nós, caso Deus nos permita chegar ao Governo do Estado, teremos uma atenção absoluta em relação às barragens e à garantia para que o homem do campo possa ter condições de ter acesso a água e assim possa produzir, trabalhar e viver com dignidade", afirmou.

No município, Neto participou de um encontro político com a presença de lideranças locais e estaduais. Ele ainda vai nesta sexta a Rio de Contas, Dom Basílio e Tanhaçu, todos na região do Centro Sul, onde também realizar reuniões políticas com lideranças.

Em entrevista coletiva, ACM Neto afirmou que a definição da chapa majoritária deve acontecer até o final de março, coincidindo com o fim da janela partidária. "Estamos conversando com alguns partidos. Teríamos aí de oito a dez partidos no nosso horizonte de alianças. Amanhã, por exemplo, nós já vamos receber oficialmente apoio do primeiro partido que é o Cidadania", afirmou.

"Em relação à chapa a definição deve acontecer até o final desse mês de março. Como vocês sabem, até o dia 2 de abril é o prazo para definição das filiações partidárias pra quem quer disputar as eleições deste ano de 2022. Então, a gente deve acompanhar esse prazo também para o fechamento da nossa chapa, anunciando portanto os candidatos à vice e ao Senado", acrescentou.

Neto voltou a fazer críticas à situação da educação e da segurança pública da Bahia, que têm os piores indicadores do país. Na educação, o ensino médio do estado é considerado o pior, enquanto na segurança, a Bahia lidera o ranking de homicídios.

Ele também criticou a situação da fila da regulação e voltou a defender a necessidade de levar o Governo do Estado para os 417 municípios baianos. "Eu não vou permitir que o governo esteja lá nos gabinetes do Centro Administrativo Bahia (CAB), na capital. Ao contrário, queremos levar o governo para o interior", frisou.

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