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Roma diz que volta do Brasil ao "mapa da fome" é mera narrativa da esquerda: "zeramos a fila do Auxílio Brasil"

20/09/2022


O candidato a governador da Bahia, ex-ministro da Cidadania e deputado federal, João Roma (PL), rebateu a narrativa de que o Brasil retornou ao "mapa da fome" durante o governo do presidente Jair Bolsonaro. Pelo contrário, Roma ressaltou que o Brasil zerou a fila do programa Auxílio Brasil, que atualmente garante a mais de 20 milhões de famílias uma renda mínima de R$ 600.

"Não é correto afirmar que mais de trinta milhões de brasileiros passam fome, pois isso não é a realidade. Além disso, hoje nós temos um programa social que, diferente da época do PT, chega a mais de 20 milhões de famílias brasileiras pagando o mínimo de R$ 600. Então, por si só, os dados já comprovam que isso [a narrativa de que o Brasil retornou ao mapa da fome] não condiz com a realidade", disse Roma, em entrevista à Rádio Mix FM, na manhã desta terça-feira (20), em Salvador.

O ex-ministro da Cidadania reforçou que o discurso da esquerda é uma narrativa. "O que se observa é que zeramos a fila do programa social. São dados de uma narrativa que não condiz com a realidade do nosso Brasil. Se tivesse 30 milhões de pessoas passando fome no Brasil, ninguém poderia andar na rua. E o que se observa hoje é que nós conseguimos triplicar os recursos da distribuição de renda no estado brasileiro", disse Roma.

Ao comparar o Auxílio Brasil ao Bolsa Família, programa criado na época do PT e que pagava uma média de R$ 189, o candidato a governador pelo PL lembrou que o programa criado por ele no governo Bolsonaro pode pagar, a depender das condicionantes, até R$ 2 mil por família.

O candidato a governador apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro disse que "não adianta tentar enfiar uma narrativa de grupos de esquerda que tentam pintar um Brasil que não é o que nós estamos vivendo, muito pel contrario, é motivo de orgulho para todos nós, que pelo terceiro mês está com deflação e bate recorde no número de empregos gerados, diferente da época do PT que desestruturou todo o Brasil e deixou muita gente desempregada na rua, na miséria".

Depois dessa comparação, o ex-ministro recordou de falas de Lula que admitiu que mentia sobre a realidade da fome no Brasil, quando afirmou, por exemplo, que havia 20 milhões de crianças que passavam fome no Brasil, na década de 1990.

Durante a entrevista, ao ser questionado sobre quais impostos reduzirá quando assumir o governo estadual, disse que, já no primeiro dia, vai zerar o imposto do gás de cozinha. "É menos de 0,2% na arrecadação do estado da Bahia, mas tem um impacto muito positivo para nossa economia, para o nosso meio ambiente e tem uma característica social muito forte", destacou Roma.

O candidato ainda afirmou que reduzirá em pelo menos 80% o ICMS sobre o óleo diesel, que também tem impacto direto sobre a população mais pobre que utiliza transporte público. "[Essa redução] gera um impacto muito considerável, pois começa baixando o preço da passagem de ônibus, que hoje está totalmente relacionada ao preço óleo diesel", explicou o candidato apoiado por Jair Bolsonaro na Bahia, que também criará o Auxílio Bahia para complementar o Auxílio Brasil.

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